domingo, 15 de novembro de 2009

Vestida para causar



A polêmica sobre o tratamento hostil recebido pela estudante de Turismo da Universidade dos Bandeirantes reacende os debates sobre feminismo e gênero.
(Adriano Belisário)

Não é de hoje que um par de pernas nuas pode mobilizar uma multidão. Em 1967, uma manchete do jornal gaúcho Zero Hora sentenciava: “Minissaia dá cadeia”. A notícia relatava a aventura de duas jovens que deixaram suas casas com saias pequenas, causaram furor nas ruas e foram presas pela polícia. Mais de 40 anos depois, pouco mudou. Vestida para ir a uma festa com seu namorado, Geisy Arruda trajava os curtos vestidos que foram o estopim de uma hostilização em massa na Universidade dos Bandeirantes (Uniban).

O repúdio à estudante não se limitou aos estudantes, que obrigaram Geisy a sair escoltada pela polícia. Agora revogada, a expulsão da jovem por mau comportamento reforçou a ideia que Geisy cometera um erro grave. “Os alunos que reagiram tão agressivamente são frutos de algo muito presente em nosso sistema, que é a agressão a tudo que é diferente. Existe uma hipocrisia e um falso moralismo também em âmbito mais amplo, como a situação de Silvio Berlusconi, por exemplo. Ele promove uma série de orgias e é ligado à Igreja Católica e representante da direita italiana.
É um falso moralismo que beira o fascismo”, analisa Rachel Soihet, historiadora da Universidade Federal Fluminense.Se hoje Geisy conta com o apoio de boa parte das feministas, a situação era ainda pior em meados do século passado. Na época, as próprias mulheres tachavam como vulgares certos comportamentos que hoje são muito bem aceitos. Foi o caso da atriz Leila Diniz, que sofreu os mesmos xingamentos lançados contra Geisy por mostrar sua barriga grávida nas praias cariocas. Soihet diz ainda que é preciso exercitar o respeito à alteridade e o reconhecimento de que cada pessoa é dona de seu próprio corpo.
Frutos do movimento contracultural dos anos 1960, estas noções ainda não amadureceram o suficiente, apesar dos avanços conquistados. “Durante muito tempo as mulheres estupradas nem iam à delegacia. As poucas que iam tinham que ouvir dos policiais que o estupro acontecera por causa de sua roupa ou certa atitude. A imprensa nem se envolvia tanto nisto, ao contrário de agora”.A historiadora recorda um episódio no qual a imprensa foi o palco principal dos acontecimentos. Em meados da década de 70, um diretor do Jornal do Brasil colocou as mãos nos peitos de uma recepcionista. Ao protestar, a moça foi demitida, assim como outras colegas suas que aderiram à reclamação. Jornalista do Pasquim, Sérgio Augusto repercutiu a indignação feminista. Para sua surpresa, porém, Ziraldo proibiu a publicação do nome do diretor: Izaac Pilcher. “Ele que falava tanto dos problemas da censura também a exerceu em seu jornal. Na época, apenas o Lampião da Esquina, um jornal gay, criticou isto e deu o nome do acusado”, comenta Soihet.

E as polêmicas sobre o corpo não são exclusivamente femininas. Em 1956, o artista modernista Flávio de Carvalho chocou São Paulo ao desfilar em vias públicas com uma saia plissada. A explicação deveria ser óbvia: ternos e calças eram inadequados ao nosso clima tropical. Já as roupas leves e curtas seriam ideais por permitir uma livre circulação do ar. Porém, apesar de causar surpresa e até mesmo indignação, as pernas de Flávio de Carvalho curiosamente foram mais bem aceitas do que as de Geisy.


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Chapa Descentralize - DCE UEM

Surge na UEM a Chapa Descentralize (chapa 1), construída de forma coletiva e horizontal por estudantes sem vínculos partidários, que defendem os ideais da descentralização da gestão do DCE e da autonomia deste perante os partidos políticos. Infelizmente a gestão do DCE, que representa mais de 18.000 estudantes, tem sido centralizada nas mãos da pequena diretoria da chapa vencedora. A participação dos estudantes de forma coletiva na gestão do DCE tem sido mínima, porque a própria estrutura centralizadora do DCE exclui os estudantes de participarem. Historicamente na UEM, uma vez eleita uma chapa, os estudantes que não são da chapa (e muitas vezes até os estudantes da chapa que não são da diretoria) não tem a mínima voz ou voto na gestão do DCE.

Os acadêmicos da UEM geralmente tem apenas uma instância de democracia em relação ao DCE durante o ano inteiro: a eleição da chapa gestora. Propomos romper com este paradigma centralizador e exclusivo e descentralizar a gestão do DCE. Para este fim propomos principalmente duas mudanças na política estudantil quem tem sido aplicada ao DCE:
Convocar mensalmente o CEEB, de acordo com o Estatuto do DCE da UEM. Nenhuma das últimas gestões do DCE (Expressão, Caminhando e Bonde do Amor) tem respeitado o estatuto (e os estudantes da UEM) e convocado o CEEB mensalmente.


O CEEB é uma instância do DCE que está acima da chapa gestora, e em que todos os estudantes tem direito à voz e todos os Centros Acadêmicos direito à voto. As gestões anteriores, permeadas pelos ideais da centralização política, tem se negado à realizar o CEEB todo mês, geralmente escolhendo realizar este apenas no fim de suas gestões ou quando lhes convém. As gestões do DCE, incluindo a atual gestão, tem centralizado em si mesmas quase todo o poder de tomar as decições do DCE e escolher o rumo da políticas desta entidade.

Os estudantes e os Centros Acadêmicos não consultados em nenhum momento pelas gestões, que agem como se estivessem acima do CEEB. Esta centralização do DCE nas mãos de um grupo diminuto de estudantes gera a exclusão dos estudantes do movimento estudantil da UEM e a indiferença de boa parte deles em relação ao DCE. Isto se reflete na eleição para o DCE e nos poucos CEEBs que são realizados, em que pouquíssimos estudantes participam. O último CEEB contou com menos Os estudantes não tem como participarem do DCE (diretoria e CEEB) se o espaço para a participação destes não existe.

A Chapa Descentralize propõe romper com este paradigma centralizador e que exclui os estudantes ao convocar o CEEB todo mês, de acordo com o Estatuto do DCE, assim todos os estudantes tem direito à voz e todos os Centros Acadêmicos direito à voto. Propomos também que a prestação de contas seja realizada mensalmente no CEEB, assim os estudantes podem escolher, ao longo da gestão, se aprovam ou não a forma como o dinheiro do DCE é gasto, em vez de apenas votar no final da gestão.

Propomos também a descentralização da gestão do DCE, aproximando esta o máximo possível da autogestão. Os estudantes como um todo, e não apenas os da chapa vencedora, devem ter direito à voto para formar as políticas do DCE. É preciso romper com o paradigma atual, em que as decisões são tomadas por um pequeno grupo de estudantes, geralmente uma diretoria partidária que se considera "iluminada" e acredita que deve liderar os estudantes, que consideram como uma massa ignorante. Os estudantes não são massa de manobra do DCE. Os estudantes como um todo devem ditar o rumo do DCE (que representa à todos os estudantes), em vez de uma pequena diretoria ditar os rumos em nome dos estudantes. Para este fim, é imprescindível que todos os estudantes da UEM possam argumentar e votar livremente na gestão do DCE. Isto inclui todos os estudantes, de todas as vertentes políticas que estão presentes na UEM. Não é do interesse dos estudantes serem excluídos da gestão do DCE. Para que os interesses dos estudantes sejam defendidos de forma honesta no DCE, é preciso que aumentar o máximo possível o número de estudantes que participam da escolha das políticas defendidas pelo DCE. Isto só pode ser feito através da descentralização da gestão, dando à cada estudantes um direito à voto para escolher os rumos do DCE. A democracia deve estar presente o ano inteiro no DCE, não apenas na hora da eleição.

A Chapa Descentralize se diferencia das outras chapas por ser apartidária e defender a autonomia do DCE em relação aos partidos. O DCE deve representar os estudantes da UEM e defender seus interesses, e não ser apenas um braço dos partidos políticos. Na UEM, assim como na maioria das universidade públicas brasileiras, o movimento estudantil é dominado pelo PT, PCdoB (através da stalinista UJS) e o PSTU. O DCE deve defender os interesses específicos dos estudantes, e não os interesses gerais dos partidos. Estes partidos colocam os seus interesses, e não os interesses dos estudantes, em primeiro lugar. Os partidos trazem para o DCE um projeto já formado, acabado, em que aos estudantes cabe apenas aceitar ou opor-se. São os estudantes, de forma coletiva e horizontal, que devem formar as políticas do DCE, e não os partidos políticos.
Convidamos à todos para construir com nós, de forma horizontal e democrática, a Chapa Descentralize, e dar mais voz aos estudantes da UEM. Nosso comitê está no bloco 4, sala 8 (do lado da cantina central). Todos os estudantes estão convidados para passar no comitê e conhecer melhor e ajudar a desenvolver nosso projeto. Divulgaremos nossas idéias no
blog da Chapa Descentralize, de acordo com nosso ideal da descentralização, com cada membro da chapa postando no blog suas idéias.

Pela descentralização do DCE!!!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

MUROS DA VERGONHA

Veja mais: FERROADAS

Reunião para a construção de uma chapa apartidária para o DCE/UEM

Hoje (10-11) será realizada uma reunião, começando às 13:00, na sala 8 do bloco 004 (do lado da cantina central) para construir a chapa apartidária e horizontal. Será escolhido um nome para a chapa, assim como será finalizada a proposta inicial de sua construção. Convidamos todos à participarem e construir juntos um projeto de movimento estudantil diferente dos outros!

Mais informações: PROLETÁRIO LIBERTÁRIO

sábado, 7 de novembro de 2009

Erasmo Carlos e Chico Buarque



Olha, você tem todas as coisas
Que um dia eu sonhei pra mim
A cabeça cheia de problemas
Não me importo eu gosto mesmo assim.

Tem olhos cheios de esperança
De uma cor que ninguém mais possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui.

Olha, você vive tão distante
Muito além do que eu posso ter
Eu, que fui tão incostante
Te juro meu amor, agora é pra valer.

Olha vem comigo aonde eu for
Seja minha amante, meu amor
Vem seguir comigo o meu caminho
E viver a vida só de amor.

OLHA
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A GOVERNADORA DO PARÁ ANA JULIA CAREGA DO PT É ALIADA DA UDR E PERSEGUE O MST

O MST do estado do Pará iniciou no dia 3/11 uma Jornada de Luta pela Reforma Agrária. Esta mobilização vem exigir o cumprimento de uma pauta de reivindicação dos trabalhadores e trabalhadoras com demandas de todas as áreas de acampamentos e assentamentos do MST estado.

Em Tucuruí as terras da fazenda Piratininga foram desapropriadas em 2008, por serem griladas da União. Por ser uma área com 80% de floresta, o MST propôs que o assentamento fosse agroextrativista e a área de reserva legal fosse comunitária. Porém, madeireiros e posseiros da região estão, desde a época, desmatando a área de reserva, ameaçando e expulsando as famílias do assentamento. Por isso, desde o dia 3/1, o Incra de Tucuruí está ocupado com 220 Sem Terra que exigem tomada de decisão dos órgãos responsáveis para resolver esta situação.

Estas terras foram aforadas com a família Mutran e tinham o propósito de servir para exploração de castanhas. Ao invés disso, foi desmatado todo o castanhal e plantado pasto para a pecuária. Depois disso, ainda foram “vendidas” para a Agropecuária Santa Bárbara que continua com a pecuária extensiva nas terras. A Maria Bonita é oriunda de antigo castanhal de patrimônio do estado do Pará, e que não poderia ser alienada sem prévia autorização estatal.
As 400 famílias ocuparam a PA 150, na manhã do dia 4/11 e estão mobilizadas aguardando que o governo solicite a devolução da terra para o Estado e realize o assentamento imediato.
Além destas áreas, as fazendas Espírito Santo e Cedro, ligadas à Agropecuária Santa Bárbara, estão na mesma situação de irregularidades e, inclusive, já existe Ação Civil Pública nos casos da Maria Bonita e Cedro.


Outras 200 famílias se mobilizaram na ocupação da PA 158 em frente à Fazenda Rio Vermelho, em Sapucaia, do grupo Quagliato, dono da Empresa Quamasa – Quagliato da Amazônia Agropecuária S/A. A vistoria da terra realizada pelo Incra já confirmou que a área é da União, além da fazenda ser utilizada de forma irregular, esteve durante vários anos na lista de fazendas que utilizavam trabalho escravo. Em julho de 2009, o MPF e o IBAMA multaram fazendeiros e frigoríficos, dentre as multadas estava a fazenda Rio Vermelho, que deve à justiça mais de R$ 375 milhões de reais.

Denunciamos também o uso de milícias armadas pelas empresas que especulam a terra na região e as utilizam para outras funções, explorando e devastando a Amazônia. De fevereiro até o atual momento, 18 trabalhadores foram baleados pela escolta armada da Agropecuária Santa Bárbara, bem como as freqüentes ameaças e seqüestros dos trabalhadores acampados.

Fonte: MST

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O abade francês Jean Paulmier se declarou descendente do primeiro índio a morar na França * Jean Leblond



Como troféus, muitos índios foram levados da América do Sul para a Europa ao longo do século XVI. Mas nem todos retornaram às suas terras de origem. Alguns não sobreviveram às intempéries da viagem ou à agitação da estadia. Outros permaneceram no Velho Continente, como Essomericq, que pode ter sido o primeiro índio brasileiro a viajar para a França, em 1505. A veracidade de sua história permanece em aberto desde o século XVII.

O nativo é mencionado pela primeira vez na segunda edição póstuma do livro História da Grande Ilha de Madagascar (1661), do administrador colonial Etienne de Flacourt (1607-1660). O autor descreve a viagem de Binot Paulmier, capitão de Gonneville, que partiu de Honfleur em maio de 1503 em direção às Índias Orientais. Devido a uma tempestade nas proximidades do Cabo da Boa Esperança, chegou a uma terra austral (ou seja, no hemisfério sul) desconhecida pelos franceses e habitada por indígenas, onde passou cerca de seis meses.

No ano seguinte, o capitão retornou à França levando Essomericq, filho de um chefe indígena, com a promessa de devolvê-lo após “vinte luas”, mas o índio nunca voltou. Foi batizado com o nome Binot I Paulmier e casado com uma parenta do capitão. Flacourt menciona informações sobre os descendentes do índio, entre eles um bisneto, o abade Jean Paulmier (1627-1673), cônego da Catedral de Lisieux.

Em 1663, o padre publicou um livro sobre Essomericq com as mesmas informações narradas por Flacourt. No volume, dirigido ao papa Alexandre VII (1599-1667), Paulmier foi além da descrição do índio: reivindicava a criação de uma missão de evangelização nas terras descobertas por Gonneville. Ele justificava seu direito de representá-la não só por ser um sacerdote, mas por descender de um nativo daquele lugar.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

SETE POVOS DAS MISSÕES


Ruínas na região de Sete Povos das Missões, uma das principais comunidades jesuíticas do sul do país e que foi destruída em meados do século XVIII pelas forças espanholas e portuguesas.

Machu Picchu



A cidade inca de Machu Picchu, nos Andes, localizava-se a uma altitude de cerca de 2500m e apesar de oculta e livre dos espanhóis (nada é mencionado em suas crônicas), foi abandonada ainda no sec. XVI por razões e em circunstâncias ignoradas.

domingo, 1 de novembro de 2009


Fazendas do Brasil usam pobres como escravos


Um artigo intitulado "Escravos da Floresta", publicado neste domingo no jornal britânico The Sunday Times, afirma que os fazendeiros da Amazônia não estão apenas destruindo o meio-ambiente, mas também usando brasileiros pobres "para fazer seu trabalho sujo, deixando-os endividados, presos em cativeiro e abandonados".
De acordo com dados citados na reportagem, pelo menos 25 mil pessoas estariam vivendo em escravidão no Brasil, trabalhando sob um calor extremo, em condições terríveis, muitas vezes presos por dívidas criadas por seus empregadores.O jornal denuncia que esses homens - quase sempre ingênuos e sem estudo - deixam suas cidades de origem depois de ouvirem promessas de trabalho com bons salários e excelentes condições de moradia na Amazônia.
Eles seriam recrutados pelos "gatos", funcionários de ricos fazendeiros da região amazônica.Quando chegam a seu destino, no trem conhecido como "Expresso da Escravidão", os trabalhadores "são informados de que devem dinheiro aos proprietários das terras pelos gastos com a viagem, então começam a trabalhar já endividados", afirma o The Sunday Times.O dominical britânico cita um relatório de 2006, nunca publicado pela Organização Internacional do Trabalho (ILO, na sigla em inglês), que diz que "casos de humilhação são freqüentes e casos de tortura física, como homens levando coronhadas e apanhando com correntes, já foram registrados".
Bhavna Sharma, da ONG Anti-Slavery International, afirma na reportagem acreditar que o governo brasileiro está genuinamente fazendo o possível para resolver o problema, mas que não teria os recursos necessários para ser bem-sucedido.O artigo conclui que mesmo quando esses trabalhadores são libertados e passam a receber pagamentos do governo durante três meses, a tendência é que eles retornem ao ciclo de exploração."Eles voltam a não ter nada. Então, acabam escolhendo a mesma solução de antes - o 'gato'. É um círculo vicioso", contou o Frei Xavier Plassat, que tenta acabar com a escravidão no Brasil há 17 anos.
Fonte: BBC Brasil

RECEITA DE DOMINGO


1 quilo de carne seca ou carne de sol

2 (sopa) de margarina

½ lata de purê de tomates

2 cebolas picadas em cubinhos

4 tomates sem pele nem sementes

1 pires de cheiro verde (salsa e cebolinha)

1 caixa de catupiry

1 moranga de tamanho adequado

sal e pimenta


Deixar a carne seca de molho por um dia. Se for carne de sol, não precisa tanto. Cozinhar até amaciar. Desfiar. Refogar na margarina ou manteiga as cebolas, juntar a carne desfiada, dê uma refogada. Juntar os tomates sem pele e sem semente picados e o purê de tomates, continuando a refogar, juntando um pouquinho de água (¼ de xícara) para o molho pegar o gosto. Temperar com salsa e cebolinha. Provar o sal, juntar pimenta. Você pode temperar também com tempero em pó (tipo grill), a seu critério, pois a questão de tempero é muito pessoal. Pegar a moranga já preparada, colocar 1/3 caixa de catupiry no fundo, despejar metade da carne, colocar um terço do catupiry, despejar o restante da carne, colocar o restante do catupiry, fechar e levar ao forno por 20 minutos. Servir quente.
Preparo da Moranga:Comprar uma grande. Olhar bem para ver se vai caber o recheio. Se for grande demais sobrará espaço. Lavar com uma escovinha para tirar toda a terra. Abrir por cima. Posicionar a faca inclinada para fora, pois assim vai tirar a tampa de modo que ela fechar depois - o buraco tem que ficar menor que a tampa, claro. Com 1 colher e as mãos tirar as sementes e os fios - são os piores para tirar. Colocar num tabuleiro e levar ao forno médio, até que, espetando um garfo, ele entre. Não a deixar amolecer demais, pois pode quebrar na hora de rechear. O tempo de cozimento vai depender do tamanho da moranga. Quando tirar, provar a "carne" da moranga para ver se está macia, mas lembrar que depois de recheada vai ficar mais um pouco no forno.

MST


Na maioria das vezes, a imprensa usa a palavra invasão, em vez de ocupação, para designar à entrada e o acampamento dos sem-terra dentro de uma fazenda. É preciso que fique claro que a área ocupada pelos sem-terra é sempre, por princípio , terra grilada, latifúndio por e por exploração, fazenda improdutiva ou área devoluta

CHARGE


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

BORÁ(SP) A MENOR CIDADE DO BRASIL


Borá é um município brasileiro do estado de São Paulo. Sua população estimada em 2009 era de 837 habitantes e foi considerada, no último censo de 2001, como o menor município brasileiro em número de habitantes.
Borá também é o menor município do
Brasil em número de eleitores, com apenas 924 eleitores em maio de 2008, representando apenas 0,003% dos eleitores do estado de São Paulo. O prefeito eleito nas eleições de 2008 foi Luiz do Açougue (PT), com 478 votos (57,59%). Carlinhos da Dengue (PMDB) foi o vereador mais votado, com 69 votos (8,34%).
Com atuais 834 habitantes, Borá é o menos populoso município do país.

Fonte: Wikipédia